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"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei."


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domingo, 11 de julho de 2010

Multidão x Discípulos

Multidão X Discípulos


Em seu Ministério, Cristo desenvolveu vários tipos de relacionamentos:Alguns foram tão distantes, que são conhecidos como "Multidão";Outros tão próximos, que são conhecidos como "Discípulos"





Jesus e a Multidão
O primeiro grau de relacionamento de Cristo foi com a "multidão" (Jo 6.2).
O relacionamento da liderança com a multidão, é um relacionamento impessoal, de massa e distante;
É um relacionamento com quem ainda não compreende a fé, o amor, ou o andar no Espírito (Rm 8)

Razões:
A falta de discernimento, a superficialidade, podem ser produtos do meio, ou receios pessoais de se compromissar.
A maioria porém, pode incorrer nesse tipo de relacionamento por alguns motivos:

- Decepção com as estruturas da igreja; líderes; escândalos, etc.

São pessoas que seguem adiante, mas sem compromisso com o Corpo,
Pois olham mais para o Corpo do que para o Cabeça.
Infelizmente eles não percebem que a desilusão é o começo do crescimento.
É no "estreito" com Deus; (deserto; fornalha) que deixamos de olhar para as imperfeições do homem, e procuramos desejosos, olhar e sermos olhados pelo Perfeito e Infalível Criador.

- Existem igrejas que produzem crentes da multidão porque não possuem um fluir do Espírito e da Palavra que o confronte e o traga à intimidade com Deus.
São igrejas-berçário que se contentam em fazer programação para entreter os irmãos em vez de desafiá-los a uma vida profunda.
Esse tipo de igreja, estagna e não desenvolve ministérios.


Mais Razões:
- Há pessoas que sabem o que Deus quer, convivem com pessoas de visão, no entanto, optam por uma vida descompromissada; mesmo em igrejas frutíferas, plenas e abençoadas.
- Não querem pagar o preço; nunca parecem ter tempo para orar; nem por si próprias ou por ninguém, mas são sempre aqueles que estão pedindo orações, por telefone ou pessoalmente;
e que culto após culto, parecem não estarem nunca alimentados e satisfeitos o suficiente com o banquete espiritual, pois são sempre as mesmas pessoas, que após cada culto, pedem oração.
Não possuem compromisso com a própria vida espiritual e parece conveniente pedir a outro que se responsabilize por ela.
Isso deve ser extremamente frustrante para os pastores e líderes que, após haverem concluído a mensagem, muitas vezes mensagens tremendas, veem suas ovelhas ainda padecendo de fome, sem saberem andar;
geralmente são sempre as mesmas.

Características da multidão:
• Relacionamento impessoal;
• Diálogos superficiais, conversas fúteis;
• Não aceitam ser advertidos por sua conduta;
• Não se permitem serem trabalhados
• Não são confiáveis para a obra ou ministério, pela falta de tato e envolvimento com o Corpo;
• O nível de crescimento é baixo ou nulo;
• São totalmente independentes;
• São infantis, confusos, religiosos e materialistas;
• Nada herdam espiritualmente de seus líderes;
• Fogem de tomar a cruz, pois não toleram o desprazer;
• Possuem uma vida egocêntrica;
• Vivem de aparência.



Jesus e os Discípulos
Neste nível de relacionamento, a proximidade é total, a intimidade e a liberdade com as quais se expressam pensamentos e sentimentos são completas; o compromisso e a renúncia também são totais.
As motivações dos discípulos e o potencial de resposta de cada um são intimamente conhecidos e sobre essas bases os desafios são realizados.
Todos sofreram muito, em sua carne e em seus espíritos.
Tirando Judas, nenhum deles rejeitou a carreira da fé, ou abandonou a profissão do amor ou compromisso com a Palavra.
O discipulado nos fala da aceitação, e do preço da Cruz.
Precisamos entender com clareza isto:
discipulado são vínculos formados em Deus, vínculos que implicam em decisão, custos a serem pagos e um objetivo a ser cumprido.
A meta dos discípulos não está nesse mundo.

"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens."
(1 Co 15.19)


E mesmo assim, enquanto caminham peregrinos nessa terra, querem deixar o melhor legado possível.

"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."
(1 Co 10.31)


Características do discípulo
• Possui intimidade e transparência para com o seu discipulador;
• Responde de forma completa à Palavra de Deus;
• É submisso;
• Manifesta um crescimento constante e desobstruído;
• É aberto e maleável o suficiente para se deixar tratar;
• Suas motivações são conhecidas;
• De uma forma ou de outra, está sempre envolvido com a obra;
• Possui uma vida de vitória;
• Todas as suas obras são manifestas a luz;
• Ao final do processo alcança um ministério reconhecido;
• Possui clareza dos princípios da Palavra de Deus;
• Reconhece que não é nada, senão completamente dependente de Deus.


Muitas razões fazem alguém "multidão";
Mas apenas uma faz um Discípulo!

Jesus nos ama! Ele já pagou o maior preço!
O que estamos esperando para ir ao Calvário;
tomar nossa cruz e sermos Discípulos do Mestre?

A Paz e Graça;
PL






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